
A grama sintética foi introduzida na década de 1960 como uma alternativa às superfícies naturais. Ao longo dos anos, tem se buscado melhorar a qualidade da grama sintética a fim de assemelhar seu desempenho ao gramado natural, maximizando o desempenho do atleta, e minimizando o risco de ocorrência de lesões. Nesse contexto essa palestra visa apresentar um panorama do uso da grama sintética e do conceito de qualidade para grama sintética, de modo a melhorar a gestão de campos e quadras de grama sintética em clubes.
Gestores da área de esportes e demais interessados no tema
1- Grama sintética versus grama natural: vantagens e desvantagens
2- Histórico do uso de grama sintética no mundo
3- Tipos de grama sintética e suas aplicações
4- Avaliação da qualidade da grama sintética: por quê?
5- Ensaios de caracterização de grama sintética
6- Ensaios de desempenho de grama sintética
6.1 Avaliação da interação da grama sintética com a bola
6.2 Avaliação da interação da grama sintética com o atleta
7- No que isso ajuda os Clubes?
7.1 Especificação de grama sintética para compra
7.2 Parâmetros para definir a necessidade de troca da grama sintética
8- Padrão de qualidade FIFA
Karina Uru Oshio - Engenheira Têxtil pelo Centro Universitária da FEI, e pós-graduada em Administração de Empresas na Faculdade Getúlio Vargas (FGV). Trabalha como chefe do Laboratório de Tecnologia Têxtil do Centro de Química e Manufaturados do IPT desde 2009 atuando, dentre outras atribuições, na supervisão de ensaios de caracterização e avaliação do desempenho de grama sintética.
Fernando Soares de Lima - Mestre em Processos Industriais no IPT, Químico pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), graduando em Engenharia de Produção Química nas Faculdades Oswaldo Cruz (FOC). Trabalha como técnico especializado no Laboratório de Tecnologia Têxtil do Centro de Química e Manufaturados do IPT desde 2007, atuando, dentre outras atribuições, na execução e treinamento de ensaios de caracterização e avaliação do desempenho de grama sintética.